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É comprovado cientificamente que hábitos alimentares baseados principalmente em alimentos de origem vegetal —como a dieta mediterrânea— estão associados a uma menor incidência de doenças crônicas e a uma melhoria geral da saúde. Esse tipo de dieta prioriza o consumo de grãos integrais, frutas, legumes, leguminosas, nozes e sementes, juntamente com peixe, frutos do mar, gorduras saudáveis e um consumo moderado de carnes vermelhas.
A combinação habitual de vegetais com produtos do mar gera uma sinergia nutricional essencial, que ajuda a suprir deficiências comuns em dietas desequilibradas ou estilos de vida sedentários, como as deficiências de ácidos graxos ômega-3 (EPA e DHA), vitamina D e vitamina B12. Além disso, essa combinação favorece uma melhor absorção e aproveitamento dos nutrientes essenciais que o corpo precisa para funcionar corretamente.

Quando o cérebro é afetado, a qualidade de vida também se deteriora. Cada vez mais pessoas estão preocupadas com a saúde cerebral, já que fatores cotidianos como o estresse, a exposição a toxinas, uma alimentação inadequada e o envelhecimento afetam negativamente as funções cognitivas e o estado emocional.
Para preservar e melhorar a saúde cerebral, existem várias estratégias baseadas no estilo de vida. Entre elas destacam-se: aumentar a atividade física, cultivar relações sociais saudáveis, participar de atividades que estimulem a mente, minimizar a exposição a toxinas no ambiente e adotar uma dieta rica em alimentos integrais e nutrientes essenciais.
Uma das principais razões pelas quais os produtos do mar —especialmente os peixes gordos— beneficiam a saúde cerebral é o seu elevado teor de ácidos graxos poli-insaturados ômega-3 de cadeia longa, particularmente o ácido eicosapentaenoico (EPA) e o ácido docosahexaenoico (DHA). Estes compostos têm um papel fundamental na manutenção da função cognitiva e do bem-estar emocional.
Todos nós já ouvimos dizer que consumir mais peixe pode ajudar a reduzir o risco de doenças cardíacas. Mas já se perguntou porquê?
Uma das principais razões é que o peixe, especialmente o peixe azul como o salmão, é rico em ácidos graxos poli-insaturados ômega-3, como o EPA e o DHA.
O efeito dos ácidos graxos ômega-3 na saúde cardiovascular é uma das áreas mais estudadas da ciência nutricional, e inúmeros estudos demonstraram que os seus benefícios são significativos e amplamente reconhecidos.
A ingestão de gorduras na gravidez e lactação tem um impacto significativo tanto na gestação como no crescimento, desenvolvimento e saúde da criança. Recomenda-se aumentar o consumo de ácidos graxos ômega-3 nessas fases, devido ao seu papel essencial no desenvolvimento neurológico.
Essa maior demanda por ômega-3 deve-se ao facto de que o DHA é o principal ácido graxo presente no cérebro e no sistema nervoso central, representando mais de 90% dos ácidos graxos ômega-3 no cérebro. A sua presença influencia diretamente o desenvolvimento neurocognitivo do feto e do lactente.
Embora também estejam presentes EPA e ALA (ácido alfa-linolênico), suas concentrações são muito menores em comparação com o DHA.
Os níveis de contaminantes bioacumulados, como o mercúrio, tendem a ser mais altos em peixes predadores de grande porte, como o tubarão, o atum ou o peixe-espada. No entanto, os produtos do mar provenientes do Alasca não apresentam concentrações significativas de metais pesados.
Diversas pesquisas concluíram que os benefícios do consumo de produtos do mar superam amplamente o risco potencial da exposição ao mercúrio. Recomenda-se aos consumidores escolher peixes com baixo teor de metilmercúrio, como salmão selvagem, bacalhau negro e arenque do Alasca.
Além disso, os produtos do mar do Alasca são uma excelente fonte de selênio, um nutriente que impede a acumulação de mercúrio nos tecidos, ajudando a reduzir ou até eliminar os seus efeitos nocivos.
Os ácidos graxos ômega-3 DHA e EPA desempenham um papel fundamental na saúde do cérebro, retina e membranas celulares. Também são essenciais para uma gravidez saudável e ajudam a reduzir o risco de doenças cardiovasculares. Embora poucos alimentos contêm estas formas essenciais de ômega-3, os produtos do mar do Alasca se destacam como uma das melhores fontes disponíveis.
Por outro lado, alguns alimentos de origem vegetal, como nozes, sementes de linhaça, chia, cânhamo e o óleo de canola, contêm ALA. Existem também suplementos de DHA derivados de microalgas, considerados uma fonte complementar eficaz. No entanto, o corpo humano converte apenas entre 5% e 15% do ALA em EPA, e menos de 1% em DHA.
Portanto, consumir alimentos ricos em EPA e DHA, como os produtos do mar do Alasca, continua sendo a forma mais eficaz de obter esses nutrientes essenciais, tornando-os o complemento ideal para uma dieta baseada em vegetais.
Peixes gordurosos, como o salmão selvagem, o bacalhau negro e o arenque, são uma excelente fonte de gorduras saudáveis para o coração, em particular as gorduras insaturadas. Essas gorduras são fundamentais para a absorção de vitaminas lipossolúveis essenciais como as vitaminas A, D, E e K. Sem uma ingestão adequada de gordura, o corpo não consegue absorver corretamente esses nutrientes, o que pode levar a níveis insuficientes no organismo.
Consumir peixe azul do Alasca em combinação com vegetais e sementes ricos em vitaminas A, E e K —como hortaliças vermelhas e alaranjadas, vegetais de folhas verdes e sementes de girassol— cria um efeito sinérgico que facilita a absorção desses nutrientes, potencializando seus benefícios à saúde.
O ferro é um mineral essencial para a produção de hemoglobina, uma proteína presente nos glóbulos vermelhos que transporta oxigênio para todas as células do corpo. A deficiência de ferro pode levar à anemia, reduzindo o suprimento de oxigênio aos tecidos e causando sintomas como fadiga, fraqueza e dificuldade de concentração.
Existem dois tipos de ferro nos alimentos: o ferro heme e o não heme. O ferro não heme está presente principalmente em alimentos de origem vegetal, e sua absorção varia conforme a dieta e as necessidades fisiológicas do organismo. Quanto maior a necessidade, maior a absorção. Já o ferro heme, presente em alimentos de origem animal, é absorvido mais facilmente.
Para otimizar a absorção do ferro, recomenda-se combiná-lo com fontes de vitamina C. Incluir alimentos como limão, tomate, pimentão ou vegetais de folhas verdes junto com produtos do mar do Alasca, ricos em ferro heme, gera uma sinergia nutricional que favorece significativamente sua absorção.
O zinco participa de inúmeros processos essenciais do metabolismo celular. É indispensável para a função catalítica de cerca de 100 enzimas envolvidas em funções-chave como o fortalecimento do sistema imunológico, a síntese de proteínas e DNA, a cicatrização de feridas e a divisão celular.
Entre os alimentos ricos em zinco estão soja, leguminosas, cereais integrais, queijo, sementes e frutos secos. No entanto, muitas fontes vegetais de zinco, como leguminosas, arroz, milho, sementes e nozes, contêm altos níveis de fitatos —compostos que interferem na absorção de minerais—, o que reduz a biodisponibilidade do zinco.
Em contraste, produtos do mar do Alasca, como ostras (que fornecem 493% do valor diário recomendado) e caranguejo-real do Alasca (com 43%), são fontes excepcionais de zinco altamente biodisponível.
A vitamina D é essencial para a saúde óssea, junto com o cálcio. Também tem funções importantes em vários processos do corpo, como metabolismo, saúde cardiovascular e funções neuromuscular e imunológica.
É a única vitamina que o corpo pode sintetizar por meio da exposição solar, e há poucos alimentos que a contenham naturalmente. Entre as principais fontes alimentares estão peixe azul, ovos, fígado de boi, manteiga e carne vermelha. Além disso, alguns alimentos são fortificados com vitamina D, como leite, bebidas vegetais, sucos, cereais e margarina.
Nesse contexto, os produtos do mar do Alasca se destacam como uma das poucas fontes naturais ricas em vitamina D, sendo um complemento importante em dietas à base de vegetais.
A vitamina B12 é essencial para a formação de glóbulos vermelhos saudáveis e para o bom funcionamento do sistema nervoso. Ela é encontrada exclusivamente em alimentos de origem animal. Pessoas que seguem uma dieta vegana — e em muitos casos vegetariana — devem considerar a suplementação para evitar deficiências.
Incluir produtos do mar do Alasca em uma dieta predominantemente vegetal é uma excelente forma de garantir ingestão adequada de vitamina B12 altamente biodisponível.
O iodo é fundamental para o bom funcionamento da glândula tireoide e para o desenvolvimento adequado dos ossos e do cérebro. Em muitas dietas, a principal fonte de iodo é o sal iodado.
Entretanto, a ingestão de iodo tem diminuído com o aumento do consumo de alimentos processados feitos com sal não iodado. Produtos do mar do Alasca, como bacalhau, salmão e camarão, são fontes naturais ricas em iodo, assim como algumas algas.
O cálcio é o mineral mais abundante no corpo humano, com cerca de 99% presente nos ossos e dentes. Além de sua função estrutural, é essencial para o funcionamento dos nervos e músculos, regulação da pressão arterial e secreção hormonal.
Embora menos conhecidos por seu teor de cálcio, alimentos como feijões, frutos secos, sementes e produtos com ossos também são boas fontes.
Uma dieta vegetal que inclua produtos do mar do Alasca é ideal para manter a saúde óssea. A absorção eficiente do cálcio depende de nutrientes complementares, como magnésio, vitamina D e vitamina K (especialmente K2).
Salmão enlatado com espinhas, combinado com vegetais de folhas verdes como couve e rúcula, são excelentes fontes de magnésio e vitamina K.
O selênio tem papel essencial no organismo, pois é parte da produção de glutationa, o principal antioxidante do corpo, que protege contra o estresse oxidativo. Também ajuda na eliminação segura de metais pesados como mercúrio, cádmio e tálio.
Produtos do mar do Alasca são ricos em selênio e também fornecem vitamina D, B12 e ômega-3 (DHA e EPA). Alimentos vegetais ricos em selênio incluem castanha-do-brasil, espinafre e cereais cultivados em solos ricos no mineral.
Combinar frutos do mar do Alasca com uma dieta rica em vegetais proporciona uma ampla gama de nutrientes, ajudando a reduzir o dano oxidativo e o stress no organismo.
Peixes e frutos do mar do Alasca estão entre as fontes naturais mais ricas do mundo em ômega-3 (EPA e DHA). Provenientes de águas frias e limpas, essas espécies desenvolvem um perfil nutricional excecional.
O salmão selvagem do Alasca, por exemplo, tem alta concentração de nutrientes que contribuem para a produção de serotonina, neurotransmissor ligado ao bem-estar emocional.
Estudos mostram que a maioria das grávidas não atinge os níveis ideais de ômega-3, por baixo consumo de alimentos ricos em EPA e DHA. Esses nutrientes são essenciais para o desenvolvimento cerebral e visual do feto.
Recomenda-se preferir peixes ricos em ômega-3, como:
Ingestão diária recomendada: 250 mg de EPA+DHA para adultos.
Dica prática: consumir cerca de 125 g de produtos do mar do Alasca, duas vezes por semana.

O marisco do Alasca é uma excelente fonte de ácidos gordos ômega-3 de cadeia longa (EPA e DHA), essenciais para:
Além disso, é naturalmente rico em vitaminas essenciais, incluindo:
Também fornece proteínas de altíssima qualidade, fundamentais para a manutenção e o desenvolvimento de músculos e ossos fortes e saudáveis.
Valores Nutricionais Aprox. (por 100 g de porção comestível)
| Nutriente | Quantidade Estimada | Benefício Principal |
| Proteínas | 20–25 g | Manutenção da massa muscular |
| Ômega-3 (DHA+EPA) | 800–1.800 mg | Saúde cardiovascular e função cerebral |
| Vitamina D | 4–12 µg | Sistema imunológico e saúde óssea |
| Vitamina B12 | 3–8 µg | Energia e formação de glóbulos vermelhos |
| Ferro | 0,5–1,2 mg | Prevenção da anemia, especialmente em mulheres |
| Selênio | 25–40 µg | Proteção antioxidante e apoio ao sistema imunológico |
